Nada a Perder quer alcançar 22 milhões de espectadores

Membros da Igreja Universal serão mobilizados assistir filme sobre a vida de Edir Macedo


Nada a Perder quer alcançar 22 milhões de espectadores

O primeiro filme que contará parte da história de vida do líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Edir Macedo, tem data de lançamento prevista para março de 2018. No entanto, as ações para sua promoção já começam em setembro.

Clodomir Santos, um dos líderes da igreja, esteve em reunião com demais nomes da Universal, e definiu que a obra alcance 22 milhões de espectadores. O número corresponde ao dobro da bilheteria que Os Dez Mandamentos fez em 2016.



Os programas e famosos da Record TV estarão convocados para a promoção de Nada a Perder. Mas, além disso, a Universal também mobilizará pastores, obreiros e membros para financiar ingressos com o objetivo de oferecer a pessoas que não possuem condições de frequentar as telonas.

De acordo com informações divulgadas pelo Notícias da TV, a ideia é semelhante a estratégia feita com Os Dez Mandamentos, que foi considerado o filme nacional com a maior bilheteria no país. No caso, ingressos foram comprados antecipadamente, mas as sessões estavam repletas de cadeiras vazias.

A principal meta em torno do filme é afastar as polêmicas que envolveram a história de Edir, como sua prisão, declarações polêmicas e, talvez, até sua antiga relação com R. R. Soares, ex-líder da Universal e atualmente responsável pela Igreja Internacional da Graça de Deus (Iigd).



Assim, o marketing em torno da obra será mais focado em vender Nada a Perder como uma obra de superação. A justificativa é que o líder veio da pobreza, hoje é milionário, e utilizou seu sucesso para propagar a fé cristã.

Na semana de lançamento da produção audiovisual, os templos da Universal terão uma programação inédita: Cultos serão realizados todos os dias, e terá mobilização entre os diferentes cargos para fazer do filme um sucesso nacional.



A meta de espectadores é acima de qualquer filme produzido em Hollywood, incluindo obras da Marvel, como Capitão América: Guerra Civil, lançado em 2016 e que teve mais de 2,5 milhões em quatro dias.




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