Morgan Freeman diz que cristianismo e islã são a base da sua fé

Ator apresenta a segunda temporada de “A História de Deus” no NatGeo


Freeman diz que cristianismo e islã são a base da sua fé

A segunda temporada de “A História de Deus com Morgan Freeman” se aproxima no canal por assinatura National Geographic trazendo diversas afirmações polêmicas. O ator Morgan Freeman, que realiza a apresentação da série, está afirmando que o judaísmo, cristianismo e islamismo tiveram sua origem através de uma religião antiga.

O Zoroastrismo, que foi o foco da primeira temporada de “A História de Deus”, é apresentado como uma das religiões mais antigas do mundo.

Em entrevista ao portal The Christian Post, Freeman esclareceu quais princípios e crenças o faz pensar que o judaísmo, o cristianismo e o islamismo se desenvolveram a partir do zoroastrismo, e também compartilhou como a religião tem impactado sua vida.


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Relembrando os princípios que ele adquiriu ao longo de sua jornada de fé, o ator de 79 anos disse que, durante esse processo, o que ele mais obteve foi “conhecimento”.

Como Freeman passou a refletir sobre o tema religiões, ele revelou o que o tem impactado atualmente:

“Vou te dizer uma coisa, o zoroastrismo, é uma das religiões mais antigas e, aparentemente, as três grandes (religiões) tomaram seus dogmas a partir dele”, afirmou.

“Os três princípios do zoroastrismo são bons pensamentos, boas palavras e boas ações. Eu acho que maioria de nós se esforça para atingir essas bases, por isso somos quase todos crentes do zoroastrismo.”

“Aprendi isso comigo mesmo”, disse Freeman.

Os zoroastrianos acreditam que existe um deus universal, transcendente, supremo, Ahura Mazda ou o “Sábio Senhor”. De acordo com o a enciclopédia britânica, o zoroastrismo é a antiga “religião pré-islâmica do Irã que sobrevive lá” em áreas isoladas e é mais dominante na Índia.

A estréia em série de “A História de Deus” vai ao ar na terceira semana de janeiro, e começa com o episódio intitulado “The Chosen One (O Escolhido – tradução livre)”.

Freeman disse na entrevista que não costuma pensar em ser escolhido.

“Eu não tenho pensando sobre isso, me refiro à noção de ser escolhido. Caso você esteja fazendo qualquer coisa que seja, você está fazendo isso porque você foi escolhido. Você pode dizer: ‘Bem, eu escolho fazer isso, mas talvez essa coisa te escolheu’”, sugeriu Freeman.

Os três primeiros episódios da segunda temporada vão explorar diferentes temas, “O escolhido?” “Prova de Deus” e “Céu e Inferno”.

Seguindo o padrão da primeira temporada, Freeman se reunirá com líderes religiosos, cientistas e arqueólogos para entender os tópicos acima mencionados.

Para mais informações sobre a segunda série, visite National Geographic.




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