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Mesmo antes da estreia, “Nada a Perder” já bate recordes

História de Edir Macedo terá sessões a céu aberto em cidades que não possuem salas de cinema.


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Mesmo antes da estreia, "Nada a Perder" já bate recordes

A história de vida de Edir Macedo estará nos cinemas somente em 29 de março, mas o filme “Nada a Perder”, já possui o título de filme brasileiro com a maior distribuição internacional de todos os tempos.

A primeira parte da biografia do bispo fundador da Igreja Universal do Reino de Deus ganhou o subtítulo de “Conta Tudo. Por Todos” e já foi legendado para  em inglês, francês e espanhol. A partir de 26 de abril ele inicia sua trajetória internacional, sendo exibido em 700 salas de cinema em todos os países da América Latina, além de África do Sul, Angola e Moçambique. A estreia em salas nos Estados Unidos e no México ocorre em 10 de maio.

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A julgar pelo sucesso na pré-venda de ingressos no Brasil,  na semana de estreia o filme deverá ser assistido por mais de meio milhão de pessoas somente em sessões especias em centros de convenções. Também haverá 420 exibições itinerantes em 300 presídios e unidades de recuperação de menores infratores. A produção quer projetá-lo, a céu aberto, em cidades e vilarejos que não contam com salas de cinema.

Para os padrões brasileiros trata-se de uma superprodução, com  locações em São Paulo, Rio de Janeiro, Israel, Estados Unidos e África do Sul. Foram mais de 100 atores, 6 mil figurantes e mil carros antigos alugados utilizados para contar a trajetória de Edir Macedo da juventude até os primeiros anos da Universal.

No elenco há nomes conhecidos como Petrônio Gontijo, Dalton Vigh e Beth Goulart. A direção ficou a cargo de  Alexandre Avancini e o roteiro é do norte-americano Stephen P. Lindsey (de “Sempre ao Seu Lado”) e Emilio Boechat.

Márcio Fraccaroli, presidente do grupo Paris Filmes, encarregado da produção explica que “A Paris escolheu rodar essa história porque ela tem que ser contada, é sobre um fenômeno sociológico. O filme vai interessar ao público em geral, independente da crença ou religião. Uma licença narrativa junta alguns personagens e épocas diferentes, alguns nomes são alterados, mas tudo o que está no filme aconteceu de fato”.  Com informações de IG 




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